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Em Petrolina, CEC promove palestra sobre o autismo

 

Nesta quarta-feira, dia 3 de julho, as educandas do Círculo de Educação e Cultura (CEC) do José e Maria, em Petrolina, foram contempladas com uma  palestra sobre Transtorno do Espectro Autista (TEA), mais conhecido como autismo. O encontro foi ministrado pela enfermeira Lorena Silva, funcionária da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro, com o tema: Porque conhecer e respeitar o autismo?

 

 

 

Na ocasião, foi abordado que o autismo é um problema psiquiátrico que costuma ser identificado na infância, entre 1 ano e meio e 3 anos, embora os sinais iniciais às vezes apareçam já nos primeiros meses de vida. O distúrbio afeta a comunicação e capacidade de aprendizado e adaptação da criança. Crianças com autismo apresentam o desenvolvimento físico normal. Mas eles têm grande dificuldade para firmar relações sociais ou afetivas e dão mostras de viver em um mundo isolado.

 

 

 

 

As principais características comportamentais do autista, que podem variar de pessoa para pessoa, são: pouco ou nenhum contato visual, não aceitar a imposição de regras, dificuldade para modificar alguma rotina, linguagem verbal fluida, mas de forma mecânica, muito apego a um objeto.

 

Lorena abordou que o autismo não tem cura e sim tratamento com médicos, fonoaudiólogos, físioterapeutas, psicólogos e pedagogos. Em resumo, tudo isso visa incentivar o indivíduo a realizar, sozinho, tarefas como se vestir, escovar os dentes e comer. Isso, claro, sempre de acordo com o grau de dificuldade de cada criança. Quando as intervenções são feitas precocemente, há boa chance de melhora nos sinais do autismo.

 

 

 

Em sua fala, Lorena explanou sobre como a mãe como identificar o autismo na criança, e que as políticas publicas disponíveis, já que a cada dia o número de crianças diagnosticadas com o autismo aumenta.

 

As mães foram muito participativas, tirando dúvidas sobre quantos sintomas presentes são necessários para que a criança seja diagnosticada como autista, e de como a família deve se adaptar às necessidades dela.

 

 

 

Matéria

Daniella Bezerra Capistana

Coordenadora Pedagógica

 

Kathia J. Leite de Carvalho

Professora do Círculo de Educação e Cultura

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